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Segunda, 16 Novembro 2020 14:12

Exposição 'Alphonse Mucha: o legado da Art Nouveau' chega ao CCBBRJ em 18 de novembro

Coluna
Exposição 'Alphonse Mucha: o legado da Art Nouveau' chega ao CCBBRJ em 18 de novembro Foto: Alphonse Mucha em seu estúdio / Agência Galo

Maior coletânea do artista tcheco já exibida no Brasil tem entrada gratuita.


Por Agência Galo via Comunique-se

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), que retomou suas atividades seguindo todos os protocolos de segurança impostos pela pandemia da Covid-19, recebe em 18 de novembro a exposição Alphonse Mucha: o legado da Art Nouveau. A mostra homenageia o ícone máximo do movimento artístico do fim do século XIX. A entrada é gratuita.

Mas atenção

O Centro Cultural Banco do Brasil está adaptado as novas regras sanitárias e a entrada requer o agendamento prévio pelo site Eventim. Veja mais abaixo em 'mais informações', o link direto para você realizar sua reserva e visita. 

A exposição traz a maior coletânea do artista tcheco já exibida no Brasil. O acervo, que reúne 100 obras cedidas pela Fundação Mucha, pode ser conferido entre segunda e quarta, das 9h às 17h. O patrocínio é da BB DTVM.

“Disseminar a arte oferecendo acesso gratuito à população é o que nos motiva a viabilizar projetos de grande valor cultural, como a exposição de Alphonse Mucha no CCBB RJ”, afirma Carlos André, presidente da BB DTVM.

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Sob a curadoria de Tomoko Sato e Ania Rodriguez, a mostra está dividida em quatro ambientes, destacando diferentes momentos e temas abordados pelo artista. O primeiro deles, Mulheres: Ícones & Musas, traz o ponto alto da trajetória de Mucha. Cartazes dos inesquecíveis espetáculos da atriz Sarah Bernhardt (imagem) no Teatro Renaissance, anúncios de marcas de cerveja, cigarros, lança-perfumes, e outros artigos, como caixas de biscoito e embalagens de perfume fazem parte dessa seção.

“Em conjunto com a grande obra, Mucha deixou um legado marcado por seu estilo, conhecido como 'le style Mucha', que se caracteriza pela imagem de belas mulheres em poses elegantes, dispostas em composições harmoniosas com flores e outros motivos decorativos que remetem à natureza”, conta a curadora da exposição, Tomoko Sato.

“Esses recursos se tornaram elementos-chave do estilo Art Nouveau, reaparecendo na década de 1960 e inspirando novas gerações de artistas em todo o mundo - de designers gráficos ‘psicodélicos’ dos anos 60 a artistas japoneses de mangá da década de 1970 em diante”, completa.

Nas seções O Estilo Mucha - Uma Linguagem Visual e Beleza – O Poder da Inspiração é revelada uma faceta até então oculta sobre o artista. Criado em uma nação que lutava pela independência – à época, a República Tcheca vivia sob o domínio do Império Austro-Húngaro –, ele cultivava o desejo da libertação do povo eslavo. Assim, em diversos desenhos é possível observar elementos dessa cultura.

Figurinos e artigos decorativos do folclore eslavo, formas geométricas, curvas, adereços e certa ausência de profundidade que remetem à arte bizantina estão presentes nessas peças. Era evidente a intenção do artista em aproveitar sua reputação para divulgar a força da civilização eslava.

As gravuras dessa época são também um ensaio daquilo que geraria a obra-prima de Mucha: a Epopeia Eslava. A série de 20 quadros, em grandes dimensões, produzida ao longo de quase duas décadas, representa o desejo de divulgar seu povo e cultura.

O Legado do Estilo Mucha, última seção da mostra, reúne peças de artistas que se inspiraram no trabalho deste ícone da Art Nouveau. Por um lado, jovens artistas gráficos de Londres e São Francisco utilizaram o traço característico de Mucha, para refletir a cultura emergente do rock psicodélico em cartazes. Por outro lado, na Ásia, a cultura do mangá também revela uma apropriação do estilo Mucha. Do Japão, destaque para Nanase Ohkawa, Mokona, Tsubaki Nekoi e Satsuki Igarashi, fundadoras do grupo CLAMP e autoras de títulos conhecidos mundialmente, como Cardcaptor Sakura e as Guerreiras Mágicas de Rayearth. Representando a Coreia do Sul, a mostra traz desenhos de Ko Yasung, ilustrador das HQs Stigmata e The Innocent; Rhim Ju-yeon, conhecido pelos títulos President Dad e Ciel: The Last Autumn Story.

Alphonse Mucha

Nascido em Ivančice, atual República Tcheca, Alphonse Mucha (1860-1939) foi pioneiro na arte publicitária. Consagrou na Paris da Belle Époque um estilo marcado pela sutileza e pelo perfeccionismo que se tornaria símbolo da era de ouro da cultura francesa. Mesmo após 80 anos de sua morte, influencia artistas no mundo todo e mantém seu legado vivo em ilustrações contemporâneas, como as observadas no universo dos HQs e dos Mangás.

Pelo mundo

As peças da exposição Alphonse Mucha: o legado da Art Nouveau pertencem à Fundação Mucha, administrada pelos herdeiros do artista e localizada em Praga, na República Tcheca. Ao longo dos últimos anos, as obras foram temas de mais de 40 exibições pelo mundo, atraindo cerca de 4 milhões de visitantes. Em 2018, sete cidades receberam uma retrospectiva do trabalho de Mucha. As exposições atraíram grande púbico, com destaque para a da capital francesa. Mais de 340 mil pessoas foram ao Museu de Luxemburgo contemplar as obras. A mostra também tem sido sucesso de crítica.

Como conferir as obras de Mucha no CCBB

O CCBB Rio de Janeiro estabeleceu normas de visitação em razão da pandemia:

- Todos os visitantes terão sua temperatura aferida na entrada no CCBB. Quem apresentar 37,5º ou mais será orientado a buscar atendimento médico especializado e a sua entrada no prédio não será permitida;

- O uso de máscara cobrindo boca e nariz durante a permanência no CCBB Rio de Janeiro é obrigatória, sendo dispensada para crianças até os 3 anos de idade, pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, conforme declaração médica, que poderá ser obtida por meio digital (Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020);

- O distanciamento entre as pessoas é de 2 metros. Há marcações no piso para orientação;

- A permanência no CCBB é de uma hora e meia, a partir do horário de agendamento que consta no ingresso. O número de pessoas que podem agendar em cada horário é limitado. O sistema fecha automaticamente, quando se chega ao limite;

- Não há serviço de bilheteria física. O acesso ao prédio será permitido apenas mediante agendamento pelo site Eventim – www.eventim.com.br;

- O ingresso é válido para o dia e horário agendados, com tolerância máxima de meia hora, sem possibilidade de alteração;

- A entrada deve ser realizada pela Avenida Presidente Vargas e saída pela Rua Primeiro de Março. Pessoas em cadeira de rodas ou que necessitem da rampa de acesso podem entrar e sair pela Avenida Presidente Vargas;

- Os elevadores comportarão apenas o ascensorista e uma pessoa por vez, com exceção para aqueles que necessitam de acompanhamento;

- A recomendação é priorizar o uso das escadas;

- Os bebedouros estão lacrados por medida de segurança e, por isso, os visitantes podem trazer suas garrafinhas de casa;

- Todas as tomadas estão desativadas;

- Não é permitido sentar-se no chão;

- Há limitação da capacidade para o uso do banheiro;

- O uso do guarda-volumes está suspenso. Não é permitida a entrada nas salas de exposição portando malas ou bolsas com dimensões superiores a 50 cm x 60 cm;

Em caso de dúvida, as equipes do CCBB RJ foram treinadas para que a retomada das atividades pudesse acontecer da forma mais segura possível para todos. Respeitar as regras acima é essencial para preservar a saúde dos visitantes, funcionários e colaboradores do espaço.

Mais informações

ALPHONSE MUCHA: O LEGADO DA ART NOUVEAU

Período: entre 18 de novembro e 28 de fevereiro 2021 Horários: todos os dias, exceto terças, das 9h às 17h Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro – RJ. INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

AGENDE SUA VISITA CLICANDO AQUI 

Assista ao vídeo oficial da exposição

 



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