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O estado do Rio em suas mãos 

Terça, 10 Dezembro 2019 14:35

Estado do Rio oficializa apoio ao Festival do Rio

Coluna
Estado do Rio oficializa apoio ao Festival do Rio Fotos: Philippe Lima

Governador Wilson Witzel se reuniu, nesta segunda-feira (09/12), com nomes do cinema nacional.


Por Governo do estado do Rio de Janeiro

O governador Wilson Witzel se reuniu, nesta segunda-feira (09/12), com representantes do cinema nacional para celebrar os 20 anos do Festival do Rio e oficializar o apoio do Governo do Estado à 21ª edição de um dos maiores eventos do audiovisual brasileiro. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa fechou uma parceria com a Enel que, através da Lei de Incentivo à Cultura, custeará R$ 700 mil para a realização do evento, que estava ameaçado de não acontecer este ano por falta de patrocínio. O encontro, no Palácio Guanabara, contou com a presença dos diretores Cacá Diegues e Luiz Carlos Barreto, além da diretora do Festival do Rio, Vilma Lustosa, e do presidente do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (SICAV), Leonardo Edde.

– No nosso governo, o cinema brasileiro tem o apoio necessário para desenvolver novas oportunidades, em especial no Rio de Janeiro. Aqui, somos um grande palco e podemos trazer, por exemplo, locações de filmes internacionais. Mais uma vez, assumo o compromisso de que iremos apoiar festivais, eventos e iniciativas do audiovisual em nosso estado – disse o governador.

Estado oficializa apoio ao Festival do Rio 2

Até o próximo dia 19 de dezembro, serão exibidos 160 filmes em 15 salas de cinema da capital, com uma programação diversificada. Na noite desta segunda, no Cine Odeon, na Cinelândia, haverá a sessão de gala do Festival do Rio, com o filme "Adoráveis mulheres", produção de Greta Gerwig que pode ser indicada ao Oscar no ano que vem.

– Temos uma grande produção do cinema brasileiro nesta edição do Festival do Rio, com 60 filmes sendo exibidos e 40 deles vão concorrer à premiação “Redentor”. Além disso, temos produções internacionais porque muitas distribuidoras nos deram obras pré-Oscar, que já estavam previstas para o circuito brasileiro e serão exibidas em primeira mão. Queria ressaltar a importância da Lei de Incentivo à Cultura, que possibilitou esse apoio do Governo do Estado, por meio da Enel. O aperfeiçoamento no instrumento de fomento que foi feito tem atraído mais investidores – declarou a diretora do Festival do Rio, Vilma Lustosa.

Interior fluminense ganhará salas de cinema de rua

Graças a uma parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Agência Nacional do Cinema (ANCINE), o interior fluminense ganhará, nos próximos três anos, cinco salas de cinema de rua. As cidades de Cordeiro, Miracema, São Pedro da Aldeia, São Fidélis e Bom Jardim vão receber um complexo audiovisual.

– A Secretaria de Cultura e Economia Criativa tem feito um esforço no viés da democratização do audiovisual. Entendemos que o setor deve ser potencializado e, principalmente, possibilitar que as pessoas acessem esta forma de cultura. Temos uma demonstração real deste esforço, que são as cinco salas de cinema de rua no interior no estado. Cada uma das cidades vai receber duas salas – uma em 2D e outra em 3D. E, inclusive, as obras em uma das cidades já está iniciada. A parceria com a ANCINE atende a cidades com menos de 100 mil habitantes ou que não têm salas de cinema – anunciou a secretária Danielle Barros.

Produtor de clássicos como "Dona Flor e seus dois maridos" (1976) e "O que é isso, companheiro?" (1997), o diretor Luiz Carlos Barreto defende a criação de um grupo de trabalho para que estratégias para o mercado audiovisual brasileiro possam se desenvolver ainda mais no país. Segundo ele, a indústria do entretenimento e lazer cultural movimenta, só no Brasil, algo em torno de 60 bilhões de dólares.

– Desses 60 bilhões de dólares, 70% vêm do audiovisual. Ou seja, 40 bilhões de dólares é a movimentação somente deste setor. O Rio de Janeiro foi, até bem pouco tempo atrás, o líder da produção e comercialização dos produtos audiovisuais, sem contar com as atividades da música e do teatro. Tradicionalmente, o Rio é reconhecido como a capital cultural do Brasil. É preciso que se faça imediatamente um grupo executivo da indústria, não só com o audiovisual, mas com a cultura como um todo, igualmente como foi feito em 1961, onde se possa estabelecer medidas de desenvolvimento econômico para o setor – concluiu o diretor.



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